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Foto comparativa de uma folha de algodeiro com ramulária e outra tratada com fungicida

Doença que mais impacta a lavoura de algodão, Ramulária pode ser combatida de forma eficaz com soluções mais modernas e tecnológicas que chegam ao mercado

Mesmo acostumados a investirem em tecnologia e utilizar muita técnica na cultura, os cotonicultores ainda sofrem com o fungo, que pode causar redução de 35% na produtividade e afetar diretamente a qualidade do algodão
Foto comparativa de uma folha de algodeiro com ramulária e outra tratada com fungicida

Uma das principais culturas para o agronegócio brasileiro, já que o País é o quarto maior produtor e segundo maior exportador mundial da fibra, o algodão exige muitos cuidados e investimentos significativos para que atinja altas produtividades e, principalmente, tenha qualidade. Apesar de investirem em cultivares resistentes, na rotação de culturas e no uso dos fungicidas tradicionais, os cotonicultores estão sempre buscando novidades e soluções inovadoras para utilizarem em suas lavouras como forma de melhorar a produtividade da cultura, de acordo com Anaxágoras Couto, engenheiro agrônomo de Desenvolvimento de Mercado da ADAMA.

A Mancha de Ramulária, também conhecida como Falso-Oídio e causada pelo fungo Ramulariopsis gossypii, era considerada uma doença secundária, que costumava ocorrer no final do ciclo da cultura. Entretanto, com a adoção de cultivares mais produtivas, porém mais sensíveis à doença, sua ocorrência tem sido cada vez mais precoce no ciclo de cultivo do algodoeiro, podendo aparecer já nos primeiros 40 dias após a emergência da planta, promovendo desfolha precoce, acarretando redução da produção e da qualidade da fibra, além do aumento do custo de manejo.

“Entre os diferentes métodos de manejo, o controle químico por meio do uso de fungicidas se destaca pela rápida eficiência no controle da doença. Atualmente, existem diferentes produtos no mercado, inclusive misturas com mais de um mecanismo de ação, como estrobilurina, carboaximida, triazol, além de produtos multissítios. Entre os multissítios, o clorotalonil é o mais utilizado na cultura do algodão. Por isso, usar um fungicida robusto, com ação sistêmica e protetora, além de melhorar a eficácia, reduz os problemas de resistência, trazendo mais produtividade”, afirma Couto.

Frente a esse cenário, Couto destaca ainda que a utilização de fungicidas sistêmicos associados com multissítio é uma das ações mais eficientes no controle da Ramulária. “Vale salientar que o uso de fungicidas com tecnologia em formulação e combinações exclusivas de ativos destaca-se da modalidade de uso em mistura de tanque por conter características exclusivas que só produtos formulados podem oferecer”, ressalta.

De acordo com o engenheiro agrônomo, mais do que a preocupação com a produtividade, o cotonicultor também se preocupa com a qualidade do algodão, que é o que garante a boa venda da fibra. “O Brasil atingiu recorde de exportação na última safra e a cultura atingiu valor histórico por sua qualidade. E isso é possível quando o produtor alia manejo, genética e uso de fungicidas com diferentes modos de ação”.

Em épocas chuvosas no Cerrado, os cotonicultores têm de estar ainda mais atentos à ocorrência de doenças nas lavouras, pois, além da queda das folhas, pode acontecer o apodrecimento das maçãs do terço inferior das plantas. As perdas de produtividade na região podem chegar a 35%.

Variedade de soluções tecnológicas e eficazes

A cultura do algodão é de grande importância para a ADAMA, companhia integrante de uma das maiores holdings do agronegócio global, que vem investindo cada vez mais em uma gama robusta de soluções para os cotonicultores, com ampliação e diversificação de portfólio nos últimos anos. Muito conhecida por formulações diferenciadas e por ser detentora de misturas inteligentes, a companhia traz o fungicida Across®, que possui três ingredientes ativos e ação protetora e sistêmica; inseticidas, como Plethora® e Comissário®; herbicidas, como Cheval®; e biossoluções, como ExpertGrow, além de nematicidas e produtos para tratamentos de sementes.

“Os cotonicultores têm muito conhecimento técnico e científico, por isso estão sempre se aprimorando e querendo novidades que os auxiliem ainda mais nessa cultura específica e singular. Por conta disso, a ADAMA vem participando também de diversos encontros com esses produtores e profissionais desse círculo, colocando-se à disposição com sua equipe técnica, que vem dando suporte a toda a cadeia e com soluções que trazem o melhor para esse público em tecnologia e inovação, fundamentado em muita pesquisa”, afirma Couto.

#BomDeAlgodão

Com previsão de mais lançamentos com foco em algodão para este ano, a ADAMA deverá manter seu programa de levar conhecimento técnico sobre a cultura ao campo, por meio de caravanas com pesquisadores, que, em 2021, passaram pelos principais polos produtivos de algodão do País. A companhia reforça o seu compromisso de estar sempre pronta para atender quem é bom no agronegócio e ajudar quem quer ser. Para isso, manterá ainda sua campanha #BomDeAlgodão nas redes sociais para destacar que, além de sua presença no cotidiano das pessoas, trazendo bem-estar, a cultura tem um papel fundamental na economia e o agricultor brasileiro é bom de algodão.