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Foto de uma lavoura de café

No Dia Mundial do Café, ADAMA alerta para a importância do manejo da cultura e lembra que estamos na janela de aplicação de defensivos

Este é o momento de garantir a proteção do café contra as principais pragas e doenças, como bicho-mineiro e ferrugem, para que a lavoura não perca seu potencial produtivo na próxima safra
Foto de uma lavoura de café

Principal produtor de café do mundo –responsável por 35% de toda a produção mundial, de acordo com dados da Conab – o Brasil possui também a cafeicultura mais tecnificada e estruturada do mundo, o que o coloca como referência em produção e qualidade do fruto. Porém, para se chegar a esse patamar, é preciso focar em um manejo estratégico para um controle efetivo das pragas e doenças que atacam a lavoura e evitar perdas de produtividade, que podem chegar a mais de 50%, e também de qualidade que impactam diretamente no preço do café.

“Estamos no momento ideal para controlar as principais pragas e doenças que acometem as plantações de café, como o bicho-mineiro e a ferrugem. Embora esta última não tenha sido um grande problema no ano passado – até por conta da instabilidade climática – segurar a aplicação agora pode fazer com que a ferrugem se espalhe mais rapidamente e de forma intensa. Por isso, temos alertado os cafeicultores para que mantenham as aplicações de defensivos, que devem ser feitas agora em abril, para garantir a proteção dos cafezais e manter o potencial produtivo para a próxima safra, explica Daniel Sala de Faria, engenheiro agrônomo de desenvolvimento de mercado da ADAMA.

Outra praga importante para se atentar é a broca-do-café, que não deve ser negligenciada, já que ela pode causar grandes perdas quantitativas e qualitativas no cafezal, que vão da queda do fruto e diminuição do peso à alteração da bebida no processamento final do café. “Para um controle efetivo da praga para a próxima safra, é necessário que se faça uma colheita muito bem feita, ou seja, o produtor deve se certificar de que colheu todos os frutos de café. Isso porque pesquisas mostram que, dentre os frutos deixados no chão ou na planta, mais de 70% podem estar infestados pela broca. Por isso é necessário ainda destruir todos os restos de frutos não colhidos, assim a broca-do-café pode ser controlada mais facilmente no futuro”, afirma Faria.

#BomDeCafé

A ADAMA aproveita a data também para lançar o programa #BomDeCafé, que tem como objetivo levar conhecimento técnico sobre a cultura no campo e ressaltar a importância dos cafeicultores e consultores por meio de campanhas de marketing que os trazem como protagonistas. “Queremos valorizar os produtores e toda a cadeia produtiva, quem pesquisa, desenvolve, planta e produz”, diz Faria.

Com um portfólio completo e efetivo para os produtores mais experientes e tecnificados do mundo, que são os brasileiros, a ADAMA, companhia integrante de uma das maiores holdings do agronegócio global, traz soluções diferenciadas e de alta performance que podem contribuir no manejo de pragas e doenças, para que os cafezais atinjam o máximo potencial produtivo em qualquer momento do ciclo produtivo.

Os destaques para o combate às principais pragas do café são Plethora® -- resultado da combinação inovadora de ativos, que proporcionam dois modos de ação, com choque e residual, e alta eficácia no combate da broca-do-café e do bicho-mineiro – e Convicto®, que é a evolução no controle de ferrugem e cercóspora. Outras soluções que auxiliam o cafeicultor na busca por mais produtividade e qualidade são o nematicida Nimitz®, o fungicida Azimut® e os inseticidas Voraz® e Pratico®, além da biossolução ExpertGrow.